sábado, 2 de outubro de 2010

Análise do filme Madagascar

Dando seguimento ao Projeto de Leitura Crítica dos meios de comunicação, na última sexta-feira (01/10), a Pascom Paroquial apresentou o filme Madagascar. Uma animação destinada ao público infantil, porém, composto por uma linguagem de um universo adulto.

Representantes de 7 comunidades participaram do projeto: Ascensão do Senhor, Bem Aventuranças, Emaús, Imaculada Conceição, Ressurreição do Senhor, Stª Maria Madalena e Transfiguração do Senhor.





O filme apresenta a história de quatro animais: o leão Alex, a zebra Marty, a hipopótama Glória e a girafa Melman. Eles vivem num zôo muito bem estruturado na metrópole Nova York (EUA), retratando uma espécie de condomínio fechado cercado de conforto, segurança e pessoas encarregadas de servi-los.

Tudo isso começa a mudar no momento em que um deles não mede esforços para tentar conhecer o seu habitat natural. Mas os outros três, conformados com a vida que levam, fazem de tudo para convencer o amigo a esquecer de querer conhecer a natureza.

Após a apresentação do filme foi possível perceber que os temas principais do filme são a vivencia dos animais no cativeiro e a forte amizade existente entre eles.



Indiscutivelmente, o personagem Alex é aquele que chama mais a atenção. Assim como os outros vive rodeado de mordomias, e até possui souvenires com sua imagem.

Quando chegam à natureza, se espantam com o fato de um animal ter que se alimentar de outro para se manter vivo. Um mundo totalmente estranho para quem estava acostumado a uma vida repleta de serventia.

Na contemporaneidade vivemos em uma sociedade individualista, esquecemos muitas vezes de se preocupar com os problemas que nossos irmãos estão atravessando e visamos apenas nosso próprio umbigo.

Em Madagascar podemos considerar como pontos positivos a proteção, amizade, união. Como contra valores destacamos o consumismo e o culto a estética, este último refere-se a indústria do corpo e a preocupação excessiva com a saúde.

Assim devemos refletir sobre qual é o modelo de sociedade que queremos. E somente a partir dessa definição, a qual exige uma tomada de consciência, é que se torna possível discutir o processo de formação do ser humano e a contribuição das diferentes instituições sociais no processo de transformação das relações sociais.

Um comentário:

  1. Ótimo projeto, eu ainda tenho a intenção de proceder com algo semelhante. Enquanto não sai, mantenho minhas postagens (rs), parabéns.

    ResponderExcluir